domingo, 26 de julho de 2015

Mega estupidez chineza a caminho




China usa Pequim para criar super-megalópole com tamanho do estado de SP
http://gizmodo.uol.com.br/china-megarregiao-pequim/


A idéia parece ser excelente pela aproximação das pessoas e a economia de recursos, mas eu consideraria perigos que podem ocorrer em uma sociedade com uma alta concentração de pessoas tais como o controle de:
Epidemias
Catástrofes naturais como terremotos (ou mesmo asteroides – aconteceu na Rússia)
Impacto ambiental e reciclagem do lixo
Calor acumulado das construções de concreto e aço
Fortes ventos que surgem após as construções de arranha-céus

Uma das coisas que mais me chateiam nas obras faraônicas é o tombamento histórico.
Por exemplo, o que acontece em Brasília. A cidade cresceu muito em população e foram desenvolvidas novas tecnologias que infelizmente não poderão ser utilizadas, pois estão impedidas pelo tombamento histórico. Normalmente o tombamento histórico ocorre em obras que são feitas para durarem muito tempo e após isso nada pode ser modificado. Vou citar os piores problemas de Brasília: O transito nos horários de pico e a “bela” Rodoviária de Brasília. Tivemos sorte de termos metrô, pois é subterrâneo. Não podemos crescer de mais. Cidades com mais de 200 mil habitantes não funcionam. Mas que isso, sem um metro, ou sistema muito eficiente, não funciona.
A questão que coloco aqui é: Como construirmos cidades grandes que acompanhem a evolução das necessidades dos seus cidadãos?
Não deixo de crer que um dia a humanidade conseguirá construir fábricas de cidades (Ou estruturas delas), em séries, como fazemos com as placas de circuitos, já contendo tubulações de esgoto, metrô, cabos de energia, e água potável, mas mesmo assim, tais estruturas não deveriam ser grandes, pois na necessidade de uma atualização da cidade, ou mesmo da fábrica elas poderiam se tornar inviáveis pelo tamanho e custo.


Jacque Fresco
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacque_Fresco

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