quarta-feira, 8 de junho de 2016

Projeto Verde - Fase I - Estantes de Hidropônia - Brasília


Breve pensamento
  


"Uma epifania está cristalizando meus pequenos devaneios. A motivação dessa sugestão é levar a uma sociedade justa."




Antes de iniciar as demonstrações e propostas eu preciso deixar explícito dois conceitos dos quais tratarei mais adiante, para deixar claro de quem estou citando. Para dar algumas respostas a anarcocapitalistas, anarcosocialistas, e mostrar o que tem de certo e errado nos dois lados, pois muita das disputa hoje, é graças a polarização, sem fundamento. Sem expressar tal posicionamento, não teria como formar um novo cidadão consciente, que é a proposta do Projeto Verde.

O primeiro é conceito de aproveitadores/especuladores. Aqui, não tratarei como especulador no sentido real, que é aquele que faz projeção do mercado futuro para investir. Aqui, o sentido de especuladores será de aproveitadores. No sentido vil. Existe um limite visível entre o que é exploração do de que é receber seu quinhão. Pra ser bem específico de quem estou dizendo, exponho aqui o pensamento do professor Luíz Belluzzo. Vale apena ouvir:


O Segundo é o conceito de ser de esquerda. Muita gente tem gritado e esperneado que quem não concorda com suas ideias é comunista, socialista, esquerdista e por ai vai. Para você, antes de pensar em qualquer conspiração, só peço que pesquisem no Google sobre o que foi o Macartismo e como ele é semelhante a história de caça as bruxas.

Na minha concepção, não existe democracia e justiça onde se acredita que se possa utilizar a necessidade de uma pessoa como forma de impor um trabalho exaustivo e suas ideologias. E esta é a defesa da extrema direita: Pelo “direito” de negociar qualquer valor por qualquer coisa baseado somente na oferta e demanda justificando que ninguém é igual a ninguém. Acredito realmente que devemos proteger a individualidade, mas ela não é afetada exclusivamente pela quantidade de recursos. Não posso aceitar um sistema onde as pessoas se organizam para explorar outros por necessidades tão básicas e que já são protegidas pela carta dos direitos humanos. O sistema que todos buscam é um onde os trabalhadores são vistos como cooperados ou mesmo sócios. E sei que a maioria pensa como eu.

Mais provas?
https://pt.wikipedia.org/wiki/Occupy_Wall_Street

Quem tiver interesse, pode ler minhas conclusões do que é uma democracia e de como seriam a justiça:

Teoria geral dos tratados
http://tivideotutoriais.blogspot.com.br/2017/04/teoria-geral-dos-tratados.html


No fundo, por mais que alguns sejam melhores do que os outros, em qualquer coisa, todos estarão dentro de uma faixa entre melhores e piores, e na média, todos estão próximos em capacidades. Não vi nenhum atleta correr 100 km/h. Fizemos o carro pra isso. Não vejo nenhum homem erguendo 10 toneladas com as próprias mãos. Fizemos guindastes pra isso. Mesmo para quem tem alguma deficiência, ele pode ter uma qualidade em outro campo. Hoje, com o desenvolvimento tecnológico que possuímos, a dificuldade passa a ser apenas a “ter a ferramenta correta e saber utilizá-la”.

Edição gênica cura doenças
http://www.bbc.com/portuguese/geral-40808728
E do mais capacitado ao menos capacitado, todos estão protegidos por um pacto social. Qualquer pacto social somente é aceito por muita gente se ele for considerado justo por elas. Eu acredito que alguém possa sim ter muitos recursos. Minha crítica não é ao acumulo equilibrado de recursos ou a hierarquia, e sim ao impacto que um grupo pequeno de especuladores podem ter na sociedade e se não obtêm seus recursos a qualquer preço. Estão mesmo capacitados a executarem suas funções?




Projeto Verde



* Ferramentas mínimas para inicio do Projeto Verde:
  1.    Chaves de fenda, Philips, de boca para os padrões adotados de parafusos e porcas;
  2.    Furadeira e brocas para os padrões adotados;
  3.    Maquina de Solda;
  4.    Esmerilhadeira;
  5.    Serra de mão;
  6.    Tupia;
  7.    Compressor de ar direto e pistola de pintura;
  8.    Aspirador de pó para a limpeza.


Tópicos


1 - Os motivos da formação social;

2 - Os problemas atuais como fome, violência e injustiça;

3 - A visão atual e errada do que é moeda e para que ela serve e os riscos do crescimento populacional descontrolado numa sociedade doutrinada a consumir;

4 - A educação que será utilizada para a transição do atual tipo de consciência para um novo não é instantânea. Levará tempo para formar o cidadão do futuro;

5 - O tipo de consciência que o cidadão do futuro precisa ter em um mundo equilibrado;

6 - A filosofia, os requisitos e regras necessários que permitam salvar a economia, o planeta, atender e educar os cidadãos de forma justa.

7 - Proposta e metas: Projeto Verde:

Estantes de alta eficiência para Hidroponia - Um salva vidas econômico
Como crescer de forma justa a partir de agora?
Hidroponia: o negócio que poderia virar a nova moeda de um novo modelo econômico;
Desenvolvimento de seu próprio equipamento.

8 - interpretação de gráficos e as pressões sociais sobre o governo para que os impostos tenham retorno social reequilibrando as balanças do mundo.

9 - O beneficio que todos terão nesse tipo de sociedade;



Inicio

1 - Os motivos da formação social
A sociedade se organiza com objetivo de atingir benefícios mútuos. Seja pela economia dos gastos públicos em saúde, educação, transporte publico, saneamento básico, segurança, o “simples” interesse na interação social ou qualquer outro que a sociedade escolha. Para que tudo funcione sem que cada membro da sociedade brigue a todo momento por direitos nem leve o mundo a um cataclisma, é necessário regras a serem seguidas. Não quaisquer regras. Precisamos de regras que sejam compatíveis com nossa realidade. Infelizmente, com as regras atuais, não está mais dando certo. Hoje existem mais de 1 bilhão de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Não estou nesse nível, mas me incomoda muito saber que existem pessoas assim. Não precisava ser assim. Não precisa mais. Então, basicamente o cidadão deseja alimentação e segurança na vida. Ele quer prosperar, ter prazer, interagir socialmente e por isso se organiza em sociedade.
2 - Os problemas atuais fome, violência e outras justiças
A necessidade e a pobreza muitas vezes é considerada como justificativas para a violência. Não concordo com isso. Mas as vezes a violência se tornará necessária. Vou explicar porque.
Quando algo vital para o indivíduo ou de alguém que ele ame é ameaçado por alguém de forma injusta (Se assim o acharmos), tenderemos nos defender. E por outro lado, no caso da fome e pobreza, é comum que se recorra a alguma forma de criminalidade como no roubo, por exemplo, na tentativa de obter recursos ou formas sanar essa fome. Mas existe uma diferença moral bem clara entre algum ladrão que rouba por não conseguir conter os desejos fúteis (criminoso de colarinho branco) daquele que rouba por fome (falo do ladrão de galinha). A diferença entre eles é moralmente evidente. Mesmo que o cidadão esteja passando fome, tentaremos defender nossos interesses. Alguns, no desespero, recorrerão a um tipo de violência para sanar seus desejos ou sua necessidade.
Para esse último caso, o ato de violência do ladrão de galinha, pode justificar o roubo. Como num caso, na Itália, que não condena mais crime de roubo de alimento por motivo da fome.

Ver link:
Na Itália, roubo de comida em casos de pobreza não é crime
http://noticias.terra.com.br/mundo/na-italia-roubo-de-comida-em-casos-de-pobreza-nao-e-crime,8703ffe5f8169d6df14d131622232f4edcaqzlno.html

Eu vejo e incluo do lado dos criminosos de colarinho branco, dos ladrões que não conseguem controlar seus impulsos, os especuladores. Eu vejo que a sociedade atual é totalmente focada no lucro. Na obtenção máxima de dinheiro. Isso é natural, mas não quando setem prazer em chantagear o mais necessitado, que para não passar fome, passa a fazer qualquer coisa que o mandem, sem o menor pingo de respeito e ainda remunerando-o mal. Não quando isso tira a dignidade das pessoas. Infelizmente é o que tem acontecido e creio que seja em parte por culpa de nosso modelo econômico, que obriga as pessoas a se corromperem. Por isso, novamente repito: são 1 bilhão de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Como poderei julgar alguém dessa linha por terem roubado um prato de comida? Nesse caso, sou obrigado a perdoar a violência, pois mesmo contra mim, foi necessária.
Precisamos mudar então a mentalidade das pessoas. Precisamos formar um cidadão diferente. Mais interessado em se harmonizar com o meio onde vive e não apenas explorá-lo economicamente numa competição de quem tem mais. Precisamos formar um cidadão que seja competitivo sim, mas de uma maneira saudável. Um que ensine o cidadão ter orgulho de ser útil.
Vou deixar linkado o resultado de um teste que demonstra o quão prazeroso é fazer caridade. Segundo a pesquisa, quem é solidário com alguém tem sensações de recompensa maiores do que quem recebe. 



3 - A visão atual e errada do que é moeda, para que ela serve e os riscos do crescimento populacional descontrolado numa sociedade doutrinada a consumir
Na minha visão, a mentalidade das pessoas está errada quanto a função da moeda. Hoje as pessoas estão muito focadas em lucro. Um lucro não só pela utilidade do que se produz, mas principalmente por sua raridade, utilidade e durabilidade física.

Os produtores de computadores e materiais eletrônicos estão curtindo com a cara do mundo quando não reciclam seus produtos ou não permitem uma longa durabilidade. Muitos de seus lixos estão indo para lugares onde os pobres não tem voz.

http://hypescience.com/corrida-pelos-elementos-terras-raras-pode-ser-desastrosa/
https://www.youtube.com/watch?v=o0k7UhDpOAo
http://g1.globo.com/natureza/noticia/onu-lanca-campanha-para-reduzir-plastico-nos-oceanos.ghtml

Só que essa lógica, somente ela, é falha, pois leva o ser humano, por sua sede de lucro estimulada pelo modelo que conhecemos, a descontar na natureza. Mesmo os governos tentando controlar. Essa lógica impacta fortemente a dignidade das pessoas e do meio ambiente sem se preocupar com as consequências. Mal sabemos se conseguiremos superar os problemas da superpopulação. Será que vai dar pra todos? Uma hora o efeito rebote vai os atingir.

O efeito rebote é bem conhecido de quem utiliza descongestionante nasal. Você se vicia e não consegue mais parar de utilizar. E se parar, o inchaço das vias respiratórias volta só que mais intenso.

Esse efeito, de caos, poderá nos abater fortemente quando os recursos acumulados do planeta acabarem pois, hoje sabemos que consumimos alguns recursos a uma taxa maior do que o que o planeta consegue renovar. Cedo ou tarde, se não fizermos alguma coisa, sentiremos o efeito rebote. Por isso, na minha opinião, se a humanidade quer atender os desejos de todos, precisamos de um controle populacional. Não precisamos de guerras, vírus ou qualquer atitude imoral para reduzirmos a população. Podemos educar a população até com impostos, como mostrarei mais a frente, de forma que tenhamos cada um apenas 2 filhos.


Tentamos sempre reduzir custos


Joãozinho precisava de 2 botões e tinha duas moedas de 5 centavos. Um botão custava 10 centavos. Quantos botões joãozinho comprou? Aproveitando tempo, mesmo que para ir comprar, poupamos muito.


Moedas deveriam ter utilizades. Desde leitura até forma de armazenamento de livros e dados. Se for durável e ter utilidade, seria a melhor moeda. Na minha lembrança, creio que a nota antiga de 50 Cruzados novos com efígie de Carlos Drummond De Andrade, foi a cédula mais bonita que tivemos.

4 - Qualquer que seja a educação que será utilizada para a transição do atual tipo de consciência para uma nova não será instantânea. Leva tempo para formarmos o cidadão do futuro
Precisamos formar um cidadão novo. E precisaremos de uma nova educação e uma nova forma de ensino. E planos assim são lentos. Levará pelo menos 30 anos de conscientização. Então o momento de agir é agora.


5 - O tipo de consciência que o cidadão do futuro precisa ter em um mundo equilibrado e propostas
     Precisamos de um cidadão:
  • com uma nova forma de pensamento que entenda, acredite e propague os princípios de uma filosofia harmônica e mantenedora da vida. Não uma filosofia dura, mas baseada em razão, fatos e intenção de beneficiar a todos e manter a vida e o equilíbrio com o meio;
  • Que sejam capazes de estabelecer novas metas, traçar novas estratégias, reconhecer e reparar os erros e a agir de forma justa e correta para com tudo e todos;
  • leve autonomia a todos e incentive a participação de todos nas decisões;
  • Todo mundo que trabalhou, estudou, desenvolveu, criou... deve ter seu quinhão sem perturbar os outros.

Como podem ver, o intuito é formar um cidadão solidário e para isso precisamos de uma filosofia guia. A filosofia que manterá o projeto vivo.


6 - A filosofia: os requisitos e regras necessários que permitam salvar a economia, o planeta, atender e educar os cidadãos de forma justa. A conscientização e a transmissão do conhecimento como regra moral do cidadão do futuro

A importância das regras propostas a se seguir é uma receita de “como não matarmos a galinha dos ovos de ouro”.

Explosão demográfica - dos cuidados para evitar o efeito rebote das suas ações
No momento a população cresce a uma taxa de mais de 1% ao ano. Menos de 1.2% ao ano, segundo a fonte:
http://brasilescola.uol.com.br/geografia/o-crescimento-populacional-no-mundo.htm

Mesmo qualquer taxa de crescimento poderá ser muito perigosa, se a taxa de crescimento e eficiência de nossa produção ou a taxa de renovação de recursos for menor. Da mesma forma que não entramos em um ambiente desconhecido e escuro sem cautela e proteção, deveríamos também nos cautelar em trazer novas pessoas para esta caverna (A República - Platão). Conscientizar-nos sobre os riscos de uma explosão demográfica. Não podemos extrapolar certos limites. Me refiro ao os limites do planeta. Não quer dizer que a população não deverá mais crescer. Ela poderá crescer sim, mas se pudermos promover o aumento da eficiência em nossa produção ou expandíssemos nosso espaço físico (Quem sabe a colonização de outro planeta?). Se a produção crescer 1% poderemos e permitir que a população cresça 0.1%. Por essa regra, por exemplo, e nesse ritmo, é possível crescer em população e termos certeza de que o impacto ambiental será sempre menor. O terrário sempre ganhará mais verde e mais luz.
Falência do modelo econômico
Posso afirmar que a falência deste modelo econômico foi causada por especuladores. Quando um ou um grupo de alguns poucos crescem de forma desproporcional em relação aos outros membros da sociedade, o poder de contratar ou não pode ser a sentença de morte para um indivíduo que tem opiniões diferentes, mesmo que seja por causa de time de futebol. É o que está acontecendo no Brasil. Passamos todo o governo Lula e Dilma tendo mensalidades de faculdades elevadíssimas, além de outros produtos. Agora que finalmente ela caiu os preços começarão a diminuir. Recursos são uma ferramenta de dissuasão. Ora, se todo o espaço físico for de uma única pessoa (ou de um grupo seleto e fechado de pessoas) onde os que não possuem propriedade nenhuma viverá e trabalhar se por descaso for demitido? Onde está a democracia e a justiça onde se acredita que se podemos utilizar a necessidade de uma pessoa como forma de impor o trabalho e suas ideologias? Precisamos de um cidadão novo que não tenha medo. Devemos quebrar todo o medo do cidadão de sofrer essa chantagem. Ele precisa de um modelos econômico diferente, que realmente lhe dê garantias de vida. Esse medo e a falta de um bote salva vidas (Não dá pra pular fora do sistema), faz a população atual procurar exaustivamente por recursos. Existe muita exploração e humilhação amargando as lembranças de muitos. O problema é que alguns destes, quando eles finalmente conseguem crescer, passam a praticar o que sofreram. Como numa guerra desenfreada por quem tem mais recursos passam a justificar seus péssimos hábitos dizendo que o mundo é assim e que quem quiser pode conseguir também. Mas o problema é: a que preço? Os especuladores, ao saberem de vendavais devastadores na cidade ao lado compram telhas em sua cidade a qualquer custo e vão vender lá por preços 20 vezes maiores somente se baseando em vontade de ganhar dinheiro. Nada de errado em ganhar dinheiro, mas precisamos de equilíbrio.

Não faz sentido uma comunidade formada somente por agricultores querer ganhar dinheiro vendendo somente para eles mesmos. Por isso, eles terão que vender seu excedente e eventualmente, nesse comércio irão descobrir utensílios e ferramentas que não são capazes de produzir e terão que comprar ou se especializarem para a produção dos mesmos. A importância da especialização é rapidamente percebida.

   * da importância de aprender, buscar a harmonia e buscar outras especialidades;
   * das vantagens do projeto;
   * de se conscientizar e conscientizar o próximo.

7 - Proposta de educação: O projeto Verde:

As metas do projeto:
  1. a) Apresentar uma filosofia que leve o cidadão a ter prazer e a buscar a harmonização com a sociedade e com o meio ambiente e si mesmo;
  2. b) Alertar e promover o controle da explosão demográfica;
  3. c) Conscientizar sobre a distribuição justa recursos e direitos;
  4. d) Permitir que sempre exista um bote salva vidas aos desamparados e que permitam que possam enxergar oportunidades de trabalho e sejam capazes de obter os equipamentos necessários para explorar a demanda encontrada (tanto para crianças, desempregados, deficientes, idosos, doentes);
  5. e) Conscientizar a sociedade de que ela deve pressionar seus governos a cumprirem sua parte no pacto:
    - Para garantir seus direitos e sua participação política;
    - Como deveriam ser cobrados os impostos;
    - Entender porque devem existir leis, quais seus limites, como devem ser escritas e como devem executadas.

8 - Interpretação de dados e gráficos e as pressões sociais sobre o governo para que os impostos tenham retorno social e permita o reequilíbrio das balanças do mundo.

Temos capacidade de prever o mercado sim. Quando você vai na junta comercial, por exemplo criar sua empresa, você além de dizer qual é o tamanho da sua empresa, poderia dizer o seguimento de atuação e a sua produção mensal, atualizando todo o mês. Com base nisso dá pra saber qual é a produção de cada um. O mesmo vale pra indústrias. Além disso, existem economistas de olho nos mercados pra fazer previsões. Se o mercado não tiver exageradamente contaminado por rentistas (esperam que tenham lido todo este texto e visto os vídeos sugeridos), preveem até bem. Mas se existir mais rentistas do que trabalhadores... Esse é o ponto em que nem o governo nem ninguém consegue ver na Bolsa e por isso, a economia acaba entrando em crise. Momento em que o governo tem que intervir.

Como pode todo mundo querendo investir ou poupar e pouca gente pra produzir? Como faz? Deixa o pau quebrar e todo o sistema entrar em colapso, tudo virar o caos, a galera sair se matando na rua e voltarmos a idade da pedra? Isso é bem possível de acontecer se deixarmos e as consequenciais não seriam boas. Veja o que a anarquia dos senhores das armas fez na África. Também existe uma ciência chamada estatística, pra não precisarmos sair perguntando pra todo mundo o que pensa em fazer, comprar, vender e etc. De uma quantidade amostral, se retiram os dados pra se traçar as tendências dentro de margens de certas margens erros. Para que não ocorram bagunças do mercado informal, tenta-se controlar o contrabando e se fazem fiscalizações nas feiras: O rapa.

Alguns sugerem que o Collor fez foi aplicar o Keynesianismo no confisco dos bens da população, alguns anos atrás. Não. Na minha opinião não foi aplicado keynesianismo nisso. Existem outras formas de se fazer intervenção na economia sem precisar roubar. Não é a obsolescência planejada. Não é o confisco de bens, não é a doação de dinheiro. É o trabalho e a poupança de recursos, que somente serão realizados se sua sociedade tiver certeza de que receberá a sua parte.

Não é todo o imposto que pode ser considerado roubo. A sociedade escolhe em que vai investir recursos públicos. Se a população da cidade não está sendo ouvida, algo de podre tem nesse lugar. Eu tenho que saber se para alguém anarcocapitalista é justo que todos paguem a mesma quantidade de impostos, ou não paguem nada? Vocês anarcocapitalistas, então são contra se taxar as mais os ricos e menos os pobres? Porque se for, na verdade seu problema de conhecimento não está em imaginar como deveria ser a economia. Seu problema está em não conhecer o Direito. Eu sugiro lerem A Teoria Pura do Direito ( https://www.youtube.com/watch?v=hP2AyDbuPrA ), pra entender primeiro o que são leis e direitos.

Outra sugestão de vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=vVAXqDYSlR0

Depois que entenderem este livro, notarão que a fala jus-naturalista foi ultrapassada no fim do absolutismo. Hoje o jus-naturalismo só é utilizado pra definir os direitos, e que diante de tanta historia de conflitos, ciência e conhecimento, sabemos que devemos encontrar ponderação, equilíbrio e paz. Um mundo em guerra não rende. A forma como as leis são produzidas e julgadas (não no Brasil claro. Aqui tudo é uma bosta mesmo) devem ter uma ciência sim. E ela pode ser observada no livro já citado, além até mesmo de outras disciplinas como na teoria dos jogos. Além disso, o direito pode ser bem relativo, principalmente quando se faz uma analise comparativa do direito atual com o de anos passados, mas inevitavelmente, ele tem que refletir a moral e a ética de sua população. Se o sistema publico está funcionando e para beneficiando mais os ricos, por que eles não devem pagar mais em impostos? Não me parece ser nenhum pouco imoral que os ricos paguem mais que os pobres. Não tem como manter a economia sendo que só 5% da população tenha todos os recursos enquanto todo o resto não tem nada. Se as cidades funcionam em beneficio destas pessoas, nada mais justo que elas paguem um imposto um pouco maior. Não só para permitir a criação de outros polos (empresas) como para evitar a exploração ( Digo exploração no sentido de não ver o funcionário como alguém disposto a cooperar, mas sim como algo a ser explorado. Isso é abominável!).

Por isso uma proposta. Como eu vejo que a competitividade é boa para a evolução social e que Keynes está correto em sua teoria de intervenção do Estado na Economia, e que se o setor público está beneficiando mais os ricos que os pobres, apresento uma proposta para uma forma de cobrança de impostos que pode convergir interesses de todos. Observem como deveríamos ser taxados:


A faixa verde, deve ser a região reservada pelo Estado para impedir que os desempregados passem por desesperos. Se tiverem mais de 40 anos, se lembrará dessas reportagens:

https://www.youtube.com/watch?v=hUegYUpD0gI
https://www.youtube.com/watch?v=shZmcVh3Kng

Os anarcocapitalistas citam coisas que possuem algumas razões. Mas são exagerados.  Não se pode criar um governo para incentivar as pessoas a ficarem a toa. Mas também não se pode deixar as pessoas morrerem de fome por elas não terem algum capital de giro para iniciarem um negócio autossustentável. A sugestão é criar um declive na curva dos impostos. Um que incentive a formação da classe média. Quem é pobre, (supondo) apesar de ter um bom transporte publico, saneamento básico, saúde e segurança, irá querer pagar menos imposto, recebendo um pouquinho mais, e mais adiante, além do ponto mínimo de impostos, beneficiaria os altruístas. As pessoa, a partir deste rendimento, tendo rendimentos mensais maiores que 20 mil veriam a subida do imposto como um alerta: Deixo um pouco de sol para outros ou pague mais pelo espaço. Pessoas que não se importam com lucro, ultrapassaria esta barreira apenas por altruísmo. Seriam pessoas interessadas em gerir suas empresas para empregar e ensinar pessoas.



9 - O beneficio que todos terão nesse tipo de sociedade
As coisas não acontecerão da noite para o dia. Não é apenas o cidadão do futuro que será beneficiado. É um plano de 30 anos que oferecerá, também, a cada um, agora, a oportunidade de ser autossuficiente e integrado na socialmente. E, após estes 30 anos, uma lei, pelo menos moral, deverá impedir que grandes empresários, monopolizem os recursos básicos e vitais a parcela mais pobre da população. Que adulto sente prazer em tomar doce de criança? 


Estantes de alta eficiência para Hidroponia

 Um salva vidas econômico


Dica de filme para quem estiver interessado no projeto:
  • Quem se interessar assista ao filme: A corrente do bem. Com Kelvin Space , Haley Joel Osment e Helen Hunt. Vale apena. Para mim foi inspirador. E com a mesma ideia transmitida desse filme, podemos aplicar na vida real. Podemos criar um bote salva vidas para tentar dar oportunidades as pessoas mais necessitadas. Poderemos formar um novo cidadão dando início a um projeto assim.
  • Trailer de um filme recomendado para o projeto:
 

  • E se cada um, aqui na vida real, fizesse o mesmo?Você, como organizador de um projeto assim, deve trazer ao menos 4 pessoas para sua construção e pedir que os mesmos não quebrem essa corrente.


Tópicos

  • Hidroponia: o negócio que poderia virar a nova moeda base de um novo modelo econômico;
  • Designer
  • Custos
  • Quanto quer trabalhar, receber e pagar de imposto?
  • Relação preço insumos, terra e retorno
  • Ensinando a calcular e a saber se vale apena investir;
  • Retorno individual (por Estante);
  • Tempo de retorno (por Estante);
  • Regras de uso da cartilha do Projeto verde 
  • Como crescer de forma justa a partir de agora?

Designer

Hoje, para qualquer projeto, muitas vezes nos preocupamos muito com custo de produção, mas nos esquecemos da manutenção. A escolha do material, para qualquer projeto, pode ser decisivo para a sua capacidade de competir no mercado. Assim, ao estudar sobre a hidroponia, e vivendo em um lugar excelente como o Brasil, com muito sol, por que não tentar maximizar a produção de um pequeno terreno?
 
Custos

 Possível ver o javascript das conta:








  



Quanto quer trabalhar, receber e pagar de imposto?

Essa parte, vai depender muito de você. Mas já lhe adianto algo importante: Sua retorno tem que ser maior que seu gasto e você terá que lucrar o mínimo para dar continuidade ao projeto. Manter o capital de giro. Assim, o mínimo que sugiro, para ter de retorno, é que para cada 1 real investido você consiga recuperar 3:
   Primeiro real - para o gasto da sua produção. A segurança;
   O segundo real - O outro terço é para reinvestir na produção;
   O terceiro real - é sua remuneração, que pode ser complementada com o primeiro real se nenhuma ferramenta der problema.

Para trabalhos braçais, esse é o mínimo a se esperar de retorno. A medida que sua especialidade vai crescendo, a proporção do lucro pode crescer.

Enquanto não se especializa pense bem nessa dica: O cliente que quer seu produto irá comprar as ferramentas mínimas * para produzir o que ele quer?

O mesmo pensamento vale para o preço da terra. Se o investimento e o retorno esperado for proporcionalmente pequeno para o custo do terreno, é melhor repensar  seu projeto. Não gaste mais do que 10% do lucro no espaço ou insumos. Não aceite ser explorado.


Retorno individual (por Estante);Tempo de retorno (por Estante);

 Se produzir, uma Estante a custo de R$ 2500.00, 24 canos de quase 2 metros com 11 buracos,  deve render no mínimo R$ 250.00. Aproximadamente. Mas se tiver disposto, investindo na produção, para vender às senhoras que desejem ter uma estante de hidropônica no apartamento, seu retorno poderá ser 3x maior. Ou seja. Pedir R$ 7500.oo.


Regras de uso da cartilha do Projeto verde  

  • É permitido a qualquer cidadão lucrar com este projeto, desde que até o limite de 15000 por mês. O presidente do negócio, se quiser dividir os lucros pode, desde que ninguém nem empregados recebam mais que 15.000. A ideia é mesmo fazer o cidadão a olhar para o lado. “O corpo de cristo”?
  • Você deve recuperar em algum momento de sua vida ao menos 4 pessoas que estejam desempregadas com ajuda do modelo do Projeto Verde.

Como crescer de forma justa a partir de agora?

Quem viu o filme os piratas do vale do silício? Não me convence quem diz que Bill Gates não explorou o comprador do sistema operacional pelo preço de 50 mil dólares. Da mesma forma que o especulador que corre para vender telhas para desabrigados de vendaval a preços de 600%. Por isso, sugiro que o gasto com funcionários seja não só responsável, mas também como justo. Digo, é realmente justo que alguém, mesmo que sendo o dono da empresa ganha 1000 vezes mais que alguém? Como digo e repito, todos merecem um espaço.


Isso pode acabar com a fome e promover o controle populacional reeducando a população


Supondo que as cidades crescessem circularmente, e adensassem exponencialmente, das bordas até o centro, e com todo esse monte de gente precisando comer, o centro da cidade deve ser reservado a atividades e especialidades mais complexas e mais rentáveis, como indústrias de semicondutores,  por exemplo. Isso significa que uma cidade não pode ter dimensões muito grandes, se não torna o seu abastecimento de hortaliças muito caro por causa do transporte. As cidades, portanto, não poderão deixar suas bordas crescerem indefinidamente, sob o risco de uma implosão social em algum momento.

Em algum momento, atingiremos os limites dos espaço físico ou mesmo das plantas para a produção. Estes espaços não deverão crescer mais tanto como cresceu nos séculos passados.



Lixo orgânico e dejetos humanos. Como nos livrarmos delas sem afetarmos nossa saúde?

Um dos projetos que penso, quem sabe, num futuro, é a construção de um prédio, que gostaria de apresentar aqui o designer, onde o lixo orgânico como os vindos de privadas, ralos de banheiros, tanques de lavar roupas e pias de cozinha pudessem ser reciclados de forma higiênica. Um pivô de rotação, semelhante aos de irrigação, poderiam ser utilizados para fertilizar bambus e eucaliptos nas bordas dos limites de um condomínio.

Cada prédio seria formado 36 famílias vivendo em um prédio circular de 4 níveis com 12 apartamentos por andar. Sendo que os 4 do primeiro, seriam comercio sustentados pelos próprios moradores. O que seria necessário para que 36 pessoas tivessem em seus currículos as especialidades necessárias para dar manutenção de todo o sistema interno e ainda produzir seu próprio alimento? Sim. Parece que isso é possível se:

Existir pessoas capacitadas para:
 - O plantio, colheita e distribuição dos alimentos verdes, peixes (Hidropônicos ou aquapônicos);
 - Pelo  menos um médico clinico geral;
 - Alguém capacitado em eletrônica, computação e segurança da informação e câmeras de segurança;
 - Alguém capacitado em vidros (Produção a partir da areia, reciclagem, moldagem...) ;
 - Alguém capacitado na produção de plásticos (Extrusão de canos, termoformação, reciclagem de PVCs, PETG...);
 - Alguém capacitado na produção de estruturas, fundição e trabalho de metais, madeira e MDF (Alumínio, Joias, Metalon, Serralheiro, marceneiro) ;
 - Filtragem de água, dessalinização;
 - Alguém capacitado a lidar com esgoto (Canos, biodigestor, reciclagem, produção de húmus, plantio e corte de bambu e arvores )

A sugestão desse tipo de residência foge um pouco do que estamos acostumados, mas a intenção dessa célula (prédio) é autossustentabilidade de forma verde. A deterioração biológica e reciclagem até do esgoto residencial. Acredito que vale apena e moraria em um lugar assim. A ideia é tentar nos incluir no meio onde vivemos de forma harmônica. Para quem não conhece, sugiro pesquisar sobre aquaponia, onde os peixes de um tanque produzem os nutrientes que são despejados nas plantas pelo métodos semelhante ao da hidroponia tem produzido excelentes resultados. Além de hortaliças, produzirá peixes.

Se utilizássemos um sistema parecido com o que já temos na irrigação para tratarmos nossos resíduos e esgoto? O método do pivô central seria o mais eficiente se o utilizássemos para transportar todo o material de reciclagem para outra localidade, mais longe, e para uma utilidade: Adubar uma floresta de eucaliptos e bambus. O sistema no inicio do ciclo rotacionaria e cortaria as arvores e bambus do terreno onde os dejetos serão despejados. O sistema gira um pouco a cada mês, e despejaria os dejetos em uma cova grande vazia. No mês seguinte, iniciado o replantio de bambus e eucaliptos.

Até onde podemos chegar assim?



O adensamento populacional cresce a medida que nos aproximamos do centro de qualquer cidade. Como a especialização do pessoal mais ao centro é maior que os das bordas, a tendência de seus lucros por território é maior que o de quem vive nas bordas e consequentemente o custo exigido pelo rentista dono do terreno será maior.
Isso infelizmente as coisas tem seus limites para darem certo. O produto produzido não pode esperar muito tempo para ser consumido. Ele tem que estar fresco, e o transporte tem que compensar. Por isso, ele deve ser produzido perto. Por isso, percebi que em algum momento, em alguma cidade grande, deverá surgir uma limitação do seu custo de produção e entrega por causa da distancia do consumidor. No máximo 5kms ou 10kms. Mais do que isso, seu custo para entrega poderá não valer apena. Por isso, será possível encontrar logo logo até algumas pessoas produzindo dentro de apartamentos. Somente assim, se pode reduzir o preço do m² no centro da grande cidade.

A proposta de célula que apresento é a do quadrado verde na 3 posição. A primeira é área rural e desconhecida. A segunda zonas puramente residenciais e a terceira é a primeira zona industrial, mas agrícola. O importante é tentar manter o ciclo de reciclagem do material orgânico, o que poderá ser possível se ao crescer o tamanho dos prédios reduzir o gramado interno e o numero de moradias do centro para ampliação do tamanho da região de eucaliptos.

Exemplo de como os pivôs rotativos de irrigação orgânica apareceriam em cada célula:
  
Uma cidade assim, com conhecimentos sobre vidro, areia e dessalinização poderia ser construida no deserto, algo do qual gostaria muito de poder participar. Se quisermos colonizar Marte, teremos que começar a realizar testes assim em locais inóspitos na Terra. Vejam este vídeo sobre alguém produzindo vidro no deserto:
https://www.youtube.com/watch?v=zpNH3HI491M

Porque vejo que o projeto verde poderá ensinar a população a encontrar o equilíbrio    
 
Vejo que no mundo existe um bom espaço pra muita gente produzir de forma cooperativa: Se Não exceder 20 salários mínimos sobre uma estrutura de produção como essa. Quero dizer, se ele planta alface, que ele tenha lucro de no máximo 15 mil reais sobre as alfaces. A ONU propor a quebra da produção agrícolas, forçaria os rentistas (Nome dado por Keynes aos perigosos do sistema) a abandonarem seus desejos de lucro do setor e se concentrarem em outros negócios.
Ver link:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/onu-propoe-revisao-do-insustentavel-sistema-produtivo-alimentar,db17d77832bcaac2c57d83bddecde505o0j8672u.html

Volto a citar o vídeo do professor:  https://youtu.be/1pJduyhZgRU?t=728        

Andamento do projeto de Hidroponia e fotos

Logo poderei produzir toda a alimentação de minha família dentro de um pequeno espaço de terra. E possivelmente até vendendo o excedente. Vejo que a busca por técnicas de produção cada vez mais baratas podem acabar os problemas de escassez no mundo.


Automatização dos sistemas de irrigação de uma estante de hidroponia.


Ver link com desenho do circuito:

http://tivideotutoriais.blogspot.com.br/2016/06/circuito-temporizador-de-irrigacao-para.html

Canos furados e preparados para serem suspensos na Estrutura:

Estrutura em Metalon e MDF:


Hoje é 30/06/2016, mas ainda não consegui terminar a estante. Pelas dificuldades de se encontrar materiais como canos ou mesmo outros insumos em medida decidi esperar um pouco e ir mais devagar, pras coisas não saírem caras. Assim, como já fui encontrando o material de outros elementos que pretendo colocar dentro deste espaço, dei continuidade ao projeto. 


O ideia, e mais bonito e barato, é que a suspensão dos canos fossem de cordas de nylon. Mas para acelerar o processo de produção e mesmo a manutenção, o ideal é que os canos sejam suspensos por arame. No arame o ganho do tempo na manutenção é maior. Mas em Nylon fica mais elegante.




Outra sugestão de vídeos:
https://www.youtube.com/watch?v=cjytbwoti6Q     



Estufa

Este foi o ponto onde tive que terceirizar. Grande de mais pra mim e pelo pouco de ferramentas que tenho. Vi que não compensava comprar as outras ferramentas para utilizar somente uma vez.  Foi terceirizado a estrutura da Estufa e a costura do toldo.







Aproveitamento do espaço e produção de outras ferramentas

"Aqui vou usar ciência até fazer bico".
Mark Watney (Matt Damon) no filme "The Martian" (Perdido em Marte)


Tentarei adicionar alcançar a autossustentabilidade com auxílio de algumas outras ferramentas:

 Torno

Torno caseiro com o qual estou produzindo algumas peças Material como o metalon da bancada, foi encontrado na rua, limpo e repintado. A madeira do torno também foi encontrada na rua:

 

Fresadora - CNC 
 
Parte do material também encontrado na rua.
Supondo que já tenha as ferramentas mínimas* O que foi comprado:
  •     rodinhas com rolamento para portão
  •     trilhos para portão
  •     MDF para me dar as medidas e travamento entre as rodas.
  •     Parafusos
Opção simples de montagem. Observem os MDFs.

Detalhe para as rodinhas emborrachadas responsáveis pelo movimento das partes moveis da CNC. Câmaras de ar velhas. É possível ver o detalhe para elas.
Foi utilizado serra copos. 


Para quem curte eletrônica entenderá como a CNC funcionará:
http://tivideotutoriais.blogspot.com.br/2016/06/protocolo-usb-x-porta-paralela-dos-anos.html

Será que eu não precisarei mais de um computador? Apenas um toca-fitas faria ela funcionar?

A conclusão que cheguei é que é possível construir CNCs com materiais recicláveis ou comumente descartados.



Forja

Gostei de mais deste tutorial do canal Danbackboard:
https://www.youtube.com/watch?v=9U3CCXle_w4

A minha como ficou:






Caldeirão mágico da abundância

 
Curti muito este vídeo do Indiana Jones. Quem não pira quando o pai dele espanta os passarinhos?


 "Que nosso exército sejam as árvores, as rochas e os pássaros do céu."

 
O espírito santo é toda a força que age a favor do amor, do bem e da vida. Até eu, que duvido de deus, respeito isso. E qualquer um que entre na frente dessa força, no intuito de impedi-la ou controla-la... morre. Infelizmente é assim que funciona. Essa é uma onda forte de mais para qualquer um. O melhor é acompanhá-la.

Por que libertar a sociedade das necessidades não a tornaria mais humanas?     



 



Isso foi escrito para que quem esteja ai, tenha como se preparar para o que está por vir. Eu não recomendo fazer tudo isso sozinho como eu tenho feito.


O ex-executivo do Facebook que largou tudo e prepara refúgio em ilha para sobreviver a 'apocalipse tecnológico':

https://www.terra.com.br/noticias/ciencia/o-ex-executivo-do-facebook-que-largou-tudo-e-prepara-refugio-em-ilha-para-sobreviver-a-apocalipse-tecnologico,a7d9c0b3f04e29fb990b613569b9d8f6b7l4ahhh.html



https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2017/08/10/o-ex-executivo-do-facebook-que-largou-tudo-e-prepara-refugio-em-ilha-para-sobreviver-a-apocalipse-tecnologico.htm

O Apocalipse Tecnológico será bom. São será ruim se os idiotas no controle dos governos de hoje resolverem querer impedir o desenvolvimento cultural e tecnologico de todos.



Apesar de não concordar com o fim das unidades monetárias no futuro, creio que a tendencia das civilizações avançadas seja simplesmente descobrir e melhorar a si mesmo:




3 comentários:

  1. Concordo com quase tudo o q vc falou a respeito de uma nova forma de pensar, a questão de ser autossustentável, só na questão do crescimento populacional eu penso diferente e acho q o planeta consegue sim sustentar vida de mais pessoas desde q todo o sistema de produção e consumo seja fechado, pois aí o impacto ambiental é mínimo, e esse mínimo pode ser compensado de diversas formas com baixo custo, o problema é o tempo para implantar esse pensamento, já vi uma notícia q fala q se não for feito nada para reduzir os gazes de efeito estufa até 2050, vamos entrar em um ponto sem volta no desenvolvimento do planeta.
    Quanto a hidroponia, o q eu ia comentar era a respeito das vitaminas q vc pretende usar, mas pelo visto como vc já está bem adiantado acredito q vc já tenha pensado nisso a muito tempo.
    Um abraço

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    1. Sim Sr. Picco! É exatamente disso que trato no post. Então na verdade concordou comigo. Não ouve contradição. A idéia é contabilizar produção e o consumo. As contas tem que bater. O mundo conseguiria suportar mais sim, mas ainda não temos produção em um ciclo fechado para tal (descontamos no meio ambiente - No caso, temos que fechar o ciclo de produção e renovação). Ele está aberto atualmente. Ou seja, sendo descontado nos recursos naturais do planeta. Atualmente é até dito que a nossa produção é maior que a taxa de consumo, mas que o problema estaria na distribuição. Infelizmente não é bem assim... Infelizmente, a taxa de renovação dos recursos no planeta é menor do que o que consumimos. O que acontece é que estamos consumindo recursos já acumulados. Por exemplo o petróleo, os peixes, o minério consumido... No caso dos peixes, a cada ano que passa, os pescadores precisam se afastar cada vez mais da costa para obter os peixes. Semelhantemente pode ser dito para os outros recursos. Quanto ao crescimento populacional ele realmente só faz sentido quando estamos nos preparando para colonizar outro ambiente. O que não é o caso. Pense, 7 bilhões de pessoas não é suficiente? Mesmo que possamos mandar 1 bilhão de pessoas para Marte, um bilhão já não seria suficiente? Uma mudança tão grande assim só acontecerá dentro de 400 anos. Que é o tempo minimo para as bactérias oxigenarem o ar de Marte.

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  2. Algo que acredito: http://hypescience.com/salario-basico-universal-e-aprovado-em-provincia-do-canada/
    A diferença é que se possa tirar o recurso pago com o excedente produzido no setor alimentar. Como todos precisam de alimentos, uma parcela, de preferência uma boa parte de nossa população estaria com emprego e função garantidas. No caso, um tipo de monopólio do comercio e produção industrial, apenas para aqueles que tiverem menos que certo valor (por exemplo uns 20 mil/mes - os economistas devem calcular isso) seriam permitidos, para não derrubar os outros trabalhadores. Sou a favor de um mercado livre, mas em algum ponto, por necessidade estratégica e o Estado tendo que zelar pelo bem estar de sua população, o Estado traça estratégias de interferência para para evitar quebras na economia. Assim, vendo a facilidade de se produzir hortaliças com alta produtividade em pequenos espaços, poderíamos criar "botes salva-vidas econômico".

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